Meu coraçõ não quer guardar o mundo. Quer se livrar dele.
Procuro o ‘em mim’ distante dos apogeus, das revoltas armadas em punho, das palavras exaltadas em carne, das carnificinas derramadas em marte...
Dizendo vai tudo bem, vai tudo bom, escondo meu cínico desespero. Minha imcompreensão. E essa falta de ar que nunca passa.

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